Essa é a lua em 2050
Conforme o veículo passa ao redor de uma enorme cratera, os astronautas veem o brilho de espelhos montados em sua borda. Os espelhos direcionam a luz do sol para a cratera, dando energia para uma operação de mineração para extrair água/gelo do fundo. À esquerda, o caminhão passa por uma área de pouso, onde um veículo de subida aguarda para entrar em órbita.
O veículo para perto dos domos de uma base, localizada no polo sul da Lua. Os astronautas entram em sua habitação através de uma escotilha pressurizada e removem seus trajes empoeirados. Lá dentro, uma estufa abriga uma horta de batata e couve que emite um brilho difuso sob luzes LED. Os astronautas sobem uma escada para o primeiro andar, onde o comandante da base os espera para ouvir o relatório da missão. Cenários como esse são fantasias, por enquanto. Mas esse é um dos jeitos possíveis para os humanos viverem e trabalharem na Lua. Se o objetivo é estabelecer uma base de longo prazo, teremos que aproveitar o que for possível dos recursos lunares para atender nossas necessidades.
Em seu laboratório na Universidade Open, em Milton Keynes, no Reino Unido, a estudante de doutorado Hannah Sargeant está trabalhando para fazer exatamente isso, usando um mineral chamado ilmenita, que é abundante na Lua. Dentro de um forno, a ilmenita é aquecida para extrair oxigênio, que então é combinado com hidrogênio para produzir água. "Há mais de 20 maneiras de obter água de rochas na lua. A ilmenita é interessante porque é muito comum lá e a reação que você precisa consome relativamente pouca energia", explica. Ela diz que está empolgada com a perspectiva da humanidade voltar à superfície da lua pela primeira vez desde 1972.
"Sinto que minha geração definitivamente vai conseguir fazer isso. Estou confiante que isso vai acontecer até o fim da minha vida, que teremos pelo menos uma habitação permanente em órbita ao redor da Lua, com subidas e descidas frequentes para a superfície." Em 2017, o presidente americano Donald Trump aprovou uma diretriz para levar astronautas americanos de volta à Lua e para "outros destinos". A Nasa disse que o objetivo é fazê-lo até 2028. Mas recentemente o governo pediu que a agência espacial americana reduza o prazo para 2024, citando ambições espaciais da China. Não passou despercebido, no entanto, que a data vai coincidir com o fim do segundo mandato de Trump, se ele for reeleito.
Em 2017, o presidente americano Donald Trump aprovou uma diretriz para levar astronautas americanos de volta à Lua e para "outros destinos". A Nasa disse que o objetivo é fazê-lo até 2028. Mas recentemente o governo pediu que a agência espacial americana reduza o prazo para 2024, citando ambições espaciais da China. Não passou despercebido, no entanto, que a data vai coincidir com o fim do segundo mandato de Trump, se ele for reeleito.
Desta vez, a Nasa quer fazer as coisas de maneira diferente. A Lua é parte de uma ambição mais ampla de explorar o espaço, incluindo Marte. Então parte do plano é estabelecer uma 'parada' no nosso satélite natural.

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