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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Pico de metano

NASA encontra pico de metano em Marte, sinalizando para potencial sinal de vida no planeta.


O rover Curiosity, da NASA, descobriu “quantidades surpreendentemente altas de metano no ar de Marte” na última quarta-feira (19), no que pode ser potencialmente um sinal de vida no Planeta Vermelho, segundo reportou o New York Times neste sábado (22).
A detecção de metano seria uma grande descoberta, pois, como observado pelo Times, ele decompõe-se no período de alguns séculos devido à luz do Sol e às reações químicas — o que significa que teria que ter sido gerado recentemente em termos históricos. Altos níveis de metano poderiam ser gerados no subsolo por micróbios chamados metanogênicos que sobrevivem sem oxigênio e produzem o gás como subproduto metabólico. O cientista do projeto, Ashwin R. Vasavada, disse à equipe de ciência da Curiosity em um e-mail: “Dado este resultado surpreendente, nós reorganizamos o fim de semana para fazer um experimento de acompanhamento”, escreveu o Times.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O estranho objeto encontrado pela Nasa em Marte

Um robô da Nasa, a agência espacial americana, descobriu o que pode ser um meteorito metálico na superfície de Marte.
Se confirmado, seria o terceiro objeto deste tipo encontrado pelo jeep-robô Curiosity desde agosto de 2012, quando pousou na superfície do planeta.
Uma imagem do objeto, feita no último dia 12 e disponibilizada no site da Nasa, revela que ele já foi "escaneado" pelo raio laser que o veículo usa para vaporizar parte da superfície de amostras, enquanto um espectômetro detecta sua composição através da análise da nuvem de plasma provocada pelo raio.
As imagens sugerem que o suposto meteorito poder ser feito de uma combinação entre ferro e níquel, e se isso for confirmado pela análise dos dados coletados pelo Curiosity, se saberá que ele foi formado a partir do núcleo de um asteroide. As imagens também revelam que o objeto tem sulcos compatíveis com o atrito de entrada na atmosfera de um planeta.
"O objeto foi batizado de Ames Knob e e lembra outro meteorito examinado pelo Curiosity em novembro, e cuja análise revelou uma composição de ferro e níquel", disse Guy Webster, um porta-voz da Nasa, ao site americano IFL Science.
Veículos-robô em Marte já encontraram sete meteoritos metálicos no planeta (pelo menos sete foram localizados por outros veículos americanos, o Opportunity e o Spirit), mas o interessante nisso tudo é essa particularidade de seu perfil. Na Terra, 95% dos meteoritos encontrados são rochosos.
Por quê isso ocorreu? Pode ser fruto da diferença de ambientes entre os dois planetas no que diz respeito à erosão. Ou pelo fato de o terreno escarpado de Marte tornar mais difícil a localização de rochas específicas.
A ausência de oxigênio e água na atmosfera de Marte impede a oxidação de objetos metálicos, que são erodidos pelo vento e mudanças de temperatura.
Observações iniciais das imagens sugerem, de acordo com a revista New Scientist, que o meteorito pode ter caído há relativamente pouco tempo, pois sua superfície parece suave e brilhante - ele ainda não teria sido erodido. Só que também pode se tratar de um meteorito antigo que foi polido pelas violentas tempestades de areia que atingem o planeta.
O Curiosity percorreu mais de 15 km desde que pousou no interior da Cratera Gale, há quatro anos e meio. Os cientistas americanos esperam tentar criar uma linha de tempo para as transformações ambientais sofridas pelo planeta - acredita-se, por exemplo, que a cratera, hoje um imenso deserto assolado por ventos, já foi um imenso lago que poderia ter abrigado algum tipo de vida.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Satélites de Marte

Marte possui dois pequenos satélites conhecidos, Fobos e Deimos, os quais acredita-se serem asteróides capturados. Ambos os satélites foram descobertos em 1877 por Asaph Hall, e receberam o nome em homenagem às figuras mitológicas Fobos (medo/fobia) e Deimos (terror/pavor) os quais, na mitologia grega, acompanhavam seu pai Ares, deus da guerra, nas batalhas. Ares era conhecido como Marte pelos romanos.

História

Asaph Hall, descobridor das duas luas marcianas.
A descoberta das duas luas de Marte, Fobos e Deimos, ocorreu em 1877 quando o astrônomo americano Asaph Hall os identificou após uma longa busca, apesar do fato de suas existências terem sido especuladas antes.

Especulações anteriores[editar | editar código-fonte]
A possibilidade das luas marcianas foi especulada muito antes da descoberta de Hall. O astrônomo Johannes Kepler (1571–1630) até mesmo previu o número corretamente, apesar de sua lógica inconsistente: ele escreveu que, levando em conta que Júpiter tinha quatro luas conhecidas e a Terra tinha uma, seria apenas natural que Marte tivesse duas.[1]

Talvez inspirado por Kepler, a sátira de Jonathan Swift, As viagens de Gulliver (1726) faz referência a duas luas no Capítulo 3 da Parte 3 (a "Viagem a Laputa"), na qual os astrônomos de Laputa são descritos como tendo descoberto dois satélites de Marte orbitando à distância de 3 e 5 diâmetros marcianos, e períodos de 10 e 21.5 horas, respectivamente. As verdadeiras distâncias orbitais e períodos de Fobos e Deimos de 1.4 e 3.5 diâmetros marcianos, e 7.6 e 30.3 horas, respectivamente, não são remotamente próximas daquelas dos satélites fictícios de Swift.[1] Na curta estória de 1750 escrita por Voltaire, Micromégas, sobre um viajante alienígena na Terra, também há referência a duas luas em Marte. Voltaire teria sido presumivelmente influenciado por Swift.[2] Em reconhecimento a essas 'previsões', duas crateras em Deimos receberam os nomes Swift e Voltaire.

Descoberta

O tamanho relativo e a distância entre Marte, Fobos e Deimos, em escala.
Hall descobriu Deimos em 12 de agosto de 1877 a aproximadamente 07:48 UTC e Fobos em 18 de agosto de 1877, no Observatório Naval dos Estados Unidos em Washington, D.C., por volta de 09:14 GMT (fontes contemporâneas, utilizando as convenções astronômicas anteriores a 1925 nos quais o dia começava ao meio-dia, datam a descoberta em 11 de agosto às 14:40 e 17 de agosto às 16:06 (horário de Washington) respectivamente).[3][4][5] Na época, ele estava deliberadamente procurando pelas luas marcianas. Hall já havia avistado o que parecia ser uma lua marciana em 10 de agosto, mas devido ao mau tempo, ele não as pode identificar no momento.

Hall registrou sua descoberta de Fobos em seu caderno da seguinte maneira::[6]

Eu repeti a examinação no início da noite de 11 de agosto, e mais uma vez nada encontrei, mas tentando novamente algumas horas mais tarde eu encontrei um objeto indo para o lado, ligeiramente a norte do planeta. Eu mal tive tempo para observar sua posição quando a neblina vinda do rio me impediu de concluir o trabalho. Era duas e meia da madrugada na noite do dia 11. O tempo nublado atrapalhou por vários dias.
Em 15 de agosto o tempo parecia mais promissor, eu dormi no observatório, o céu clareou após uma tempestade de trovões às 11 horas e o trabalho foi resumido. A atmosfera no entanto se encontrava em más condições e Marte estava tão brilhante e instável que nada podia ser visto do objeto, o qual nós agora sabíamos estaria tão próximo ao planeta que seria impossível observá-lo.
Em 16 de agosto o objeto foi encontrado mais uma vez no outro lado do planeta e as observações daquela noite mostraram que ele se movia junto com o planeta, e se fosse um satélite, estava próximo de seu alongamento máximo. Até então eu não havia dito nada a ninguém da minha busca por um satélite em Marte, mas ao deixar o observatório após essas observações do dia 16, por volta de três da manhã, eu contei a meu assistente, George Anderson, o qual eu mostrara o objeto, que eu havia descoberto um satélite em Marte. Eu também o disse para ficar calado por que eu não queria tornar este fato público até que não restassem quaisquer dúvidas sobre isso. Ele não disse nada, mas era algo tão empolgante que eu mesmo acabei deixando escapar. Em 17 de agosto entre uma e duas horas, enquanto eu estava terminando minhas observações, o Professor Newcomb entrou na sala para comer seu lanche e eu o mostrei minhas medidas do pálido objeto próximo a Marte o qual foi provado que movia junto ao planeta.
Em 17 de agosto enquanto eu aguardava e observava pela lua mais afastada, uma lua mais próxima foi descoberta. As observações dos dias 17 e 18 puseram fim a qualquer dúvida o caráter desses objetos e a descoberta foi publicamente anunciada pelo Almirante Rodgers.
Os nomes, originalmente escritos Phobus e Deimus, respectivamente, foram sugeridos por Henry Madan (1838–1901), Mestre em Ciências de Eton, do Livro XV da Ilíada, onde Ares convoca o Medo e o Pavor.[7]

O embuste das luas de Marte[editar | editar código-fonte]
Em 1959, Walter Scott Houston publicou um celebrado embuste no dia da mentira, na edição de abril do Great Plains Observer, anunciando que "Dr. Arthur Hayall, da Universidade de Sierras constatou que as luas de Marte são na verdade satélites artificiais". Tanto o doutor Hayall quanto a Universidade de Sierras eram fictícios. O embuste ganhou fama mundial quando o anúncio de Houston foi repetido, aparentemente de maneira séria, por um cientista soviético, Iosif Shklovsky.[8]

Pesquisas recentes

Pesquisas têm sido conduzidas na busca por satélites adicionais. Mais recentemente, Scott S. Sheppard e David C. Jewitt examinaram a esfera de Hill de Marte na busca por satélites adicionais. A busca cobriu quase toda a esfera de Hill, mas a luz difusa de Marte excluiu os poucos arcominutos na orbita mais internas, onde Fobos e Deimos residem. Nenhum satélite novo foi descoberto em uma magnitude vermelha limitante de 23.5, a qual corresponde a um rádio de 0.09 km usando um albedo de 0.07.[9]

Características

Se visto a partir da superfície de Marte próximo ao equador, Fobos completamente iluminado parece ter um tamanho três vezes menor que a Lua cheia vista da Terra. O satélite tem um diâmetro angular de entre 8' (ascendente) e 12' (apogeu). Ele pareceria ainda menor para um observador distante do equador Marciano, e é completamente invisível (sempre abaixo do horizonte) das capas polares de Marte. Deimos mais parece uma estrela brilhante para um observador de Marte, apenas um pouco maior que Vênus visto da Terra; possuindo um diâmetro angular de aproximadamente 2'. Em contraste o diâmetro angular do Sol visto de Marte é de aproximadamente 21'. Dessa forma não há eclipses solares totais em Marte, tendo em vista que as luas são pequenas demais para cobrir completamente a superfície do Sol. Por outro lado eclipses lunares totais de Fobos são bastante comuns, ocorrendo quase toda noite.[10] Ver também Trânsito de Fobos em Marte e Trânsito de Deimos em Marte para eventos semelhantes a eclipses.

Os movimentos de Fobos e Deimos pareceriam muito diferentes daquele da Lua terrestre. Fobos se move rapidamente e nasce a oeste e se põe a leste, e se levanta novamente apenas onze horas depois, enquanto Deimos, estando um pouco fora da órbita sincronizada, nasce como poderia-se esperar a leste mas bastante devagar. Apesar de sua órbita de 30 horas, Deimos leva 2.7 dias para se por a oeste devido a sua rotação ser mais lenta que de Marte, o que também atrasa seu ressurgimento no céu.

Ambas as luas apresentam o acoplamento de maré, sempre apresentando a mesma face para Marte. Devido ao fato de Fobos orbitar Marte mais rápido que o planeta em si, forças do maré estão aos poucos, mas continuamente diminuindo seu raio orbital. Em algum ponto no futuro, quando este se aproximar de Marte próximo o bastante (ver limite de Roche), Fobos será partido por essas forças de maré.[11] Várias faixas de crateras na superfície de Marte, inclinadas mais distante do equador, sugerem que pode ter havido outras pequenas luas que tiveram o mesmo destino esperado para Fobos, e também que a crosta de Marte como um todo mudou no intervalo desses eventos.[12] Deimos, por outro lado, se encontra tão distante que, diferentemente de Fobos sua orbita está lentamente se alargando,[13] assim como a Lua terrestre.

Satélite Fobos de Marte

Satélite Deimos de Marte

sábado, 24 de dezembro de 2016

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Bonneville Crater - m31


Fonte: Google Earth

Planeta Marte

Marte é o quarto planeta a partir do Sol, o segundo menor do Sistema Solar. Batizado em homenagem ao deus romano da guerra, muitas vezes é descrito como o "Planeta Vermelho", porque o óxido de ferro predominante em sua superfície lhe dá uma aparência avermelhada.[1]
Marte é um planeta rochoso com uma atmosfera fina, com características de superfície que lembram tanto as crateras de impacto da Lua quanto vulcões, vales, desertos e calotas polares da Terra. O período de rotação e os ciclos sazonais de Marte são também semelhantes aos da Terra, assim como é a inclinação que produz as suas estações do ano. Marte é o lar do Monte Olimpo, a segunda montanha mais alta conhecida no Sistema Solar (a mais alta em um planeta), e do Valles Marineris, um desfiladeiro gigantesco. A suave Bacia Polar Norte, no hemisfério norte marciano, cobre cerca de 40% do planeta e pode ser uma enorme marca de impacto.[2][3] Marte tem duas luas conhecidas, Fobos e Deimos, que são pequenas e de forma irregular. Estas luas podem ser asteroides capturados,[4][5] semelhante ao 5261 Eureka, um asteroide troiano marciano.
Marte está sendo explorado por oito espaçonaves atualmente: seis em órbita — Mars OdysseyMars ExpressMars Reconnaissance OrbiterMars Atmosphere and Volatile Evolution Missile – MAVENMars Orbiter Mission e ExoMars Trace Gas Orbiter — e duas na superfície — Mars Exploration Rover Opportunity e Mars Science Laboratory Curiosity. Entre as espaçonaves desativadas que estão na superfície marciana estão a sonda Spirit e várias outras sondas e rovers, como a Phoenix, que completou sua missão em 2008. As observações feitas pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter revelaram a possibilidade de que exista água corrente no planeta durante os meses mais quentes.[6] Em 2013, o rover Curiosity da NASA descobriu que o solo de Marte contém entre 1,5% e 3% de água em sua massa (cerca de 33 litros de água por metro cúbico, embora não esteja acessível por estar ligada a outros compostos).[7] Marte pode ser facilmente visto da Terra a olho nu, assim como a sua coloração avermelhada. Sua magnitude aparente atinge -3,0[8] e é superada apenas por JúpiterVênusLua e Sol. Telescópios ópticos baseados em terra estão tipicamente limitados à resolução de acidentes geográficos maiores que 300 km quando a Terra e Marte estão mais próximos, devido à atmosfera terrestre.[9]
Até o primeiro voo bem-sucedido sobre Marte feito em 1965 pela Mariner 4, muitos especulavam sobre a presença de água em estado líquido na superfície do planeta. Isto era baseado em variações periódicas observadas em manchas claras e escuras, particularmente nas latitudes polares, que se pareciam com mares e continentes; faixas escuras e longas foram interpretadas por alguns como canais de irrigação para a água líquida. Estas características foram mais tarde explicadas como ilusões de ótica, apesar de evidências geológicas recolhidas por missões não tripuladas sugerirem que Marte já teve uma cobertura de água de grande escala em sua superfície.[10] Em 2005, dados de radar revelaram a presença de grandes quantidades de gelo de água nos polos[11] e em latitudes médias.[12][13] A sonda robótica Spirit coletou amostras de compostos químicos que continham moléculas de água em março de 2007, enquanto a sonda Phoenix encontrou amostras de gelo no solo marciano raso em julho de 2008.[14] Em setembro de 2015, cientistas da NASA anunciaram a descoberta de córregos sazonais com água em estado líquido na superfície do planeta com base em dados do Mars Reconnaissance Orbiter.[15]

Planeta Marte - Foto Satélite Nasa

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Atmosfera de Marte

Marte é o quarto planeta do sistema solar , e sua atmosfera é muito diferente da Terra . Recentemente, tem havido um interesse crescente no estudo da composição através da detecção de pequenas quantidades de metano , o que pode indicar a existência de alguma forma de vida . A atmosfera é composto principalmente por dióxido de carbono (95%), azoto (3%) e árgon (1,6%), e contém vestígios de oxigénio , água e metano .
A atmosfera de Marte é luz, e a pressão atmosférica na superfície varia de 30 Pa (0,03 kPa) na cimeira de Mount Olympus mais de 1155 Pa (1.155 kPa) nas depressões de Hellas Planitia , com uma pressão média a superfície de 600 Pa (0,600kPa), em comparação com 101.300 pressão Pa (101,3 kPa) terra. No entanto, a espessura da atmosfera de Marte é cerca de 11 km, ficando acima da Terra, que é de 6 km. A atmosfera de Marte é muito pó, dando o céu de Marte uma cor amarelada quando visto a partir da superfície. Os dados transmitidos pelos veículos Mars sondas de exploração indicam que as partículas em suspensão é de cerca de 1,5 micrómetros.
Não é uma perda contínua da atmosfera escapa para o espaço. Ele estima que a cada segundo mais de 100 gramas de atmosfera está perdido. 1




Estrutura editar ]

A atmosfera de Marte é composto das seguintes camadas:
  • baixa atmosfera: É aquecimento quente devido à poeira suspensa e do solo.
  • atmosfera média: Marte tem uma jetstream fluindo nesta região.
  • atmosfera superior, ou termosfera: Esta região tem temperaturas muito altas causadas pelo calor do sol. A este nível, os gases começam a separar-se uns aos outros em vez de misturar, como na baixa atmosfera.
  • Exosphere: de 200 km ou mais. Esta região é onde não são os últimos bits da atmosfera que é misturado com o espaço exterior . Não é nenhum limite clara, mas os gases estão a tornar-se progressivamente menos densas.

Composição editar ]

O dióxido de carbono editar ]

O principal componente da atmosfera de Marte é dióxido de carbono (CO 2 ). Cada pólo permanece em um período de escuridão contínua durante o inverno do hemisfério , que resfria a superfície de tal forma que 25% das emissões de CO 2 na atmosfera se condensa em forma (sólido gelo seco ) formando uma camada de gelo no os pólos. Quando o polo é novamente exposta à luz solar durante o verão de Marte, sublima-se o CO 2 congelado, voltar para a atmosfera. Este processo leva a uma grande variação na pressão atmosférica e composição em torno dos pólos de Marte, mas seu nível é muito baixo para causar um efeito estufa e aquecendo a atmosfera do planeta.

Argon editar ]

A atmosfera de Marte é consideravelmente enriquecida com o gás nobre argônio , especialmente em comparação com outras atmosferas de outros planetas no sistema solar. Ao contrário de dióxido de carbono, árgon, não solidificar , de modo que a quantidade total de árgon na atmosfera é constante. No entanto, as concentrações locais pode variar devido a o fluxo de dióxido de carbono a partir de um lugar para outro. Os dados mais recentes de satélite mostra um aumento de argônio na atmosfera sobre o Pólo Sul, no Outono de Marte, que se dissipa na primavera seguinte.

Água editar ]

Outros aspectos da atmosfera de Marte pode variar significativamente. Com a sublimação do dióxido de carbono durante o verão Marte aparecem vestígios de água . rajadas de vento sazonais varrer os pólos a uma velocidade de cerca de 400 km / h. Essas tempestades sazonais que arrastam grandes quantidades de vapor de água e poeira que formam a geada e nuvens tipo cirrus semelhantes aos da Terra . Essas nuvens de água congelada foram fotografadas pela Opportunity em 2004 .

Perda da atmosfera editar ]

A atmosfera de Marte escapa lentamente - mas - em forma externa continuously- espaço ao longo do tempo. A principal causa desta fuga é o vento solar . Na ausência de um campo magnético significativa, as partículas carregadas electricamente vento solares penetram a atmosfera. O magnetismo destas partículas interage com os iões da atmosfera e dar aceleração suficiente para alcançar algum a velocidade de escape e deixar o planeta. Também eles atacam partículas neutras, dando também uma aceleração semelhante em alguns casos. Em 2015, a sonda espacial PERITO mediu a taxa de perda da atmosfera, eo resultado foi que cada segundo escapa para o espaço exterior mais de 100 gramas da atmosfera marciana, sendo entre 10 e 20 vezes maior durante explosões solares . 1

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Maior lua de Marte está em processo de destruição, segundo cientistas da Nasa


Fobos, a maior das duas luas de Marte, está sendo vítima da força da gravidade que a aproxima do "planeta vermelho" em um ritmo de dois metros a cada cem anos, o que fará com que acabe se fragmentando em um período de 30 milhões a 50 milhões de anos.

As longas e superficiais fissuras que podem ser vistas em Fobos são possíveis sinais antecipados de uma falha estrutural que acabará por destruí-la, de acordo com um estudo elaborado por cientistas da Nasa e apresentado nesta terça-feira na Reunião Anual da Divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana em National Harbor, em Maryland (EUA).

Fobos é a lua que orbita mais perto de Marte - a cerca de 6 mil quilômetros de distância. Além disso, de todas as luas do Sistema Solar, é a que fica mais próxima de um planeta.

"Acreditamos que Fobos já começou a se desintegrar, e o primeiro sinal é a aparição dessas fissuras", disse em comunicado Terry Hurford, que chefiou o estudo e integra o Centro Goddard de Voo Espacial, da Nasa.

Durante muito tempo, acreditava-se que as fissuras em Fobos tinham sido causadas pelo impacto que originou a cratera de Stickney - uma colisão de tamanha magnitude que quase destruiu o satélite.

Mas os novos modelos realizados por Hurford e sua equipe sustentam a ideia de que as fissuras são mais como "sulcos" que surgem quando Fobos se deforma pela atração gravitacional entre ela e Marte, que são as mesmas entre a Terra e a Lua, que produzem as marés nos oceanos.

A explicação de que as falhas de Fobos respondam à força da gravidade exercida por Marte já foi proposta há algumas décadas, quando a nave Viking enviou à Terra imagens do satélite, mas naquele momento pensava-se que sua composição interna tornava impossível que as forças pudessem fraturar um lua sólida desse tamanho.

No entanto, agora acredita-se que o interior de Fobos é uma grande massa de escombros, "que quase não se mantém unida", e cercada de uma camada de fragmentos de rocha em pó com uma espessura de apenas cem metros.

Por isso, os cientistas consideram que essa composição interna de Fobos se pode deformar facilmente e que a camada externa do satélite se comporta de maneira elástica, mas é suficientemente frágil para se romper.

Os cientistas advertiram que Tritão, um dos satélites de Netuno, pode ter o mesmo destino, pois tem marcas similares na superfície.