Ter a possibilidade de observar novos horizontes, conhecer novos mundos sempre esteve na imaginação dos seres humanos, em contos e livros escritos por sonhadores, em histórias contadas por aventureiros. Este Blog serve como uma janela para os horizontes fora da terra já vistos. Apresentando fotos tiradas por várias missões humanas a planetas distantes de nós, como uma janela que permite visualizar o horizonte de novos mundos.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
sábado, 24 de dezembro de 2016
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Missão americana Viking na década de 1970 - Fotos de Fobos e Deimos
Os dois primeiros "asteróides" vistos de perto eram duas minúsculas luas de Marte, Phobos e Deimos, como parte da exploração de Marte. Essas luas foram primeiro fotografadas pela missão americana Viking na década de 1970 usando uma lente telescópica. As sucessivas missões de Marte também fotografaram e caracterizaram essas luas.
A origem dessas luas ainda é controversa. Foi longo pensamento que eles são capturados asteróides. No entanto, isso não é universalmente aceito porque esses objetos orbitam mais perto do plano do equador de Marte do que do plano do sistema solar e estão em órbitas quase circulares, pelo que a modelagem do computador não está claro se a órbita de um asteróide capturado poderia eventualmente ter Em tal órbita. Outra possibilidade é que eles formaram a partir do mesmo material em que Marte se formou, ou de material explodido fora de Marte por outros imitações de asteróides.
Os cientistas deduziram que tanto Fobos quanto Deimos estão mais próximos das classes de materiais chondrite carbono C1 e C2.
Ambos os asteróides têm forma irregular. Deimos tem cerca de 8 km x 15 km de tamanho. Phobos é 28 km x 19 km. Para uma comparação de tamanho, a Lua da Terra tem mais de 3000 km de largura (e esférica).
Ambos Phobos e Deimos chegaram perto de ter sido quebrado em fragmentos menores. Deimos tem forma de U de um ângulo. Phobos tem uma cratera de 8 km de largura - quase metade da sua largura - e está coberta de rachaduras de até 100 metros de largura que a superfície em pó tem subsided em, e que é forrado com "grânulos" que são vulcânicas crateras com bordas levantadas Formado como resultado de grandes quantidades de vapor soprando para fora do aquecimento de voláteis internos devido a esse impacto. A gravidade superficial das luas de Marte é tão fraca que você poderia escapar simplesmente saltando da lua com suas pernas. Ou seja, se você encontrou um bom lugar para pular, como eles têm superfícies macias e densidades baixas (apenas cerca de 2 gramas por centímetro cúbico).
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
NASA retoma planos para explorar Marte em 2018
Apesar de todos os cortes orçamentários realizados pelo presidente norte-americano Barack Obama, parece que a NASA decidiu não engavetar o projeto que levará o homem à Marte.
John Grunsfeld, o chefe de ciências da agência espacial, anunciou que o projeto de exploração a Marte passará por uma revisão que deve incluir contribuições tanto do programa espacial humano como da divisão de tecnologia para ajudar em seu financiamento. No próximo mês, um comitê deve começar a desenvolver os conceitos envolvendo a missão, que poderia ocorrer em 2018 ao custo de 700 milhões de dólares.
Por que 2018?
A escolha do ano de 2018 não foi aleatória. Para enviar qualquer nave ao espaço de maneira mais eficiente, é necessário tirar proveito da chamada órbita de transferência. Ela funciona como uma espécie de janela espacial, e, durante esse período, as naves precisam de muito menos impulso para se desviar da órbita terrestre e entrar na órbita do planeta de destino.
No caso da viagem à Marte, é necessário calcular o ponto exato no espaço onde o planeta vermelho se encontrará quando a espaçonave chegar ao seu destino. Essa janela ocorre uma vez a cada dois anos, com uma possibilidade de lançamento supereficiente a cada 16. A janela que deve ocorrer em 2018 é uma dessas supereficientes.
John Grunsfeld, o chefe de ciências da agência espacial, anunciou que o projeto de exploração a Marte passará por uma revisão que deve incluir contribuições tanto do programa espacial humano como da divisão de tecnologia para ajudar em seu financiamento. No próximo mês, um comitê deve começar a desenvolver os conceitos envolvendo a missão, que poderia ocorrer em 2018 ao custo de 700 milhões de dólares.
Por que 2018?
A escolha do ano de 2018 não foi aleatória. Para enviar qualquer nave ao espaço de maneira mais eficiente, é necessário tirar proveito da chamada órbita de transferência. Ela funciona como uma espécie de janela espacial, e, durante esse período, as naves precisam de muito menos impulso para se desviar da órbita terrestre e entrar na órbita do planeta de destino.
No caso da viagem à Marte, é necessário calcular o ponto exato no espaço onde o planeta vermelho se encontrará quando a espaçonave chegar ao seu destino. Essa janela ocorre uma vez a cada dois anos, com uma possibilidade de lançamento supereficiente a cada 16. A janela que deve ocorrer em 2018 é uma dessas supereficientes.
Elon Musk apresenta proposta da SpaceX para colonizar Marte
O Bilionário Elon Musk apresentou, nesta terça-feira (27), uma proposta de sua empresa SpaceX de como seria possível colonizar Marte e tornar viagens entre o planeta vermelho e a Terra viáveis para uma quantidade grande de passageiros. O principal princípio é o de criar uma nave que possa fazer múltiplas viagens de ida e retorno, e ser abastecida no espaço.
A colonização de Marte, na visão da SpaceX, além da criação de uma cidade autossustentável no planeta, teria de incluir formas de produção de combustível para alimentar as espaçonaves que viajarão de um planeta a outro.
Musk apresentou ilustrações e detalhes técnicos da nave reutilizável, batizada de Sistema de Transporte Interplanetário (ITS, na sigla em inglês). O objetivo é chegar a uma viagem com um custo de US$ 200 mil dólares por pessoa, em naves para cem passageiros. Essas naves viajariam a uma velocidade cruzeiro de 100 mil km/h, demorando entre 80 a 150 dias para viajar da Terra a Marte, dependendo da posição dos planetas.
O sistema não serviria apenas para ir a Marte, mas também a outros planetas. A intenção de Musk é tornar a espécie humana "interplanetária". A apresentação aconteceu num evento de astronáutica em Guadalajara, no México.
A SpaceX planeja enviar uma cápsula não tripulada Dragon a Marte em 2018 com o objetivo de preparar o caminho para uma primeira missão tripulada que partiria da Terra em 2024 e chegaria ao planeta vermelho no ano seguinte.
Proeza
Conseguir chegar a Marte, a uma distância média de 225 milhões de quilômetros da Terra, e viver ali exige uma verdadeira proeza da engenharia e um orçamento imenso. "É improvável que (Musk) seja capaz de levar humanos a Marte em 2025", estima John Logsdon, ex-diretor do Instituto de Política Espacial da Universidade George Washington.
Logsdon lembra que Musk já programou erroneamente lançamentos de foguetes SpaceX e afirma que a empresa teria que se associar com uma agência espacial governamental para levar adiante uma missão como essa. "Em primeiro lugar há o custo. Estamos falando de dezenas de bilhões de dólares e a SpaceX não tem esta quantidade de dinheiro", afirma o especialista.
Mas reconhece que, embora o cronograma de Musk seja ambicioso, "é emocionante que exista alguém com esta visão" e "todos estamos interessados em ver o que tem em mente e como pode apresentar algo convincente".
A agência espacial americana, Nasa, que também estuda os efeitos no corpo humano de um voo espacial prolongado, anunciou seus próprios planos para enviar missões tripuladas a Marte para a década de 2030.
A colonização de Marte, na visão da SpaceX, além da criação de uma cidade autossustentável no planeta, teria de incluir formas de produção de combustível para alimentar as espaçonaves que viajarão de um planeta a outro.
Musk apresentou ilustrações e detalhes técnicos da nave reutilizável, batizada de Sistema de Transporte Interplanetário (ITS, na sigla em inglês). O objetivo é chegar a uma viagem com um custo de US$ 200 mil dólares por pessoa, em naves para cem passageiros. Essas naves viajariam a uma velocidade cruzeiro de 100 mil km/h, demorando entre 80 a 150 dias para viajar da Terra a Marte, dependendo da posição dos planetas.
O sistema não serviria apenas para ir a Marte, mas também a outros planetas. A intenção de Musk é tornar a espécie humana "interplanetária". A apresentação aconteceu num evento de astronáutica em Guadalajara, no México.
A SpaceX planeja enviar uma cápsula não tripulada Dragon a Marte em 2018 com o objetivo de preparar o caminho para uma primeira missão tripulada que partiria da Terra em 2024 e chegaria ao planeta vermelho no ano seguinte.
Proeza
Conseguir chegar a Marte, a uma distância média de 225 milhões de quilômetros da Terra, e viver ali exige uma verdadeira proeza da engenharia e um orçamento imenso. "É improvável que (Musk) seja capaz de levar humanos a Marte em 2025", estima John Logsdon, ex-diretor do Instituto de Política Espacial da Universidade George Washington.
Logsdon lembra que Musk já programou erroneamente lançamentos de foguetes SpaceX e afirma que a empresa teria que se associar com uma agência espacial governamental para levar adiante uma missão como essa. "Em primeiro lugar há o custo. Estamos falando de dezenas de bilhões de dólares e a SpaceX não tem esta quantidade de dinheiro", afirma o especialista.
Mas reconhece que, embora o cronograma de Musk seja ambicioso, "é emocionante que exista alguém com esta visão" e "todos estamos interessados em ver o que tem em mente e como pode apresentar algo convincente".
A agência espacial americana, Nasa, que também estuda os efeitos no corpo humano de um voo espacial prolongado, anunciou seus próprios planos para enviar missões tripuladas a Marte para a década de 2030.
Curiosity fotografa 'esfera' estranha em Marte
Colocada no arquivo de fotos da Curiosity no dia 11 de setembro, a imagem acima retrata uma esfera rochosa em seu canto superior direito. Estima-se que ela tenha cerca de 1cm de raio. Olhando rapidamente, a 'bola' é tão perfeita que até parece uma bolinha de tênis. No entanto, como ninguém deve ter jogado uma partidinha no planeta vermelho (nem mesmo aliens), cientistas acreditam que se trate simplesmente de uma pedra com um formato inusitado.
Mas o que explica o formato da pedra? Um fenômeno chamado "concreção": um acúmulo de material rochoso transportado por líquidos que é considerado responsável pela forma diferente de outras rochas encontradas em Marte. A água arrasta a rocha que vai se desgastando, criando formas de acordo com o fluxo do líquido. Afinal, vale lembrar, há milhões de anos, o planeta era mais úmido - e, quando encontrou a esfera, a Curiosity estava em uma região que, provavelmente, era um antigo lago.
Rover Curiosity
O rover Curiosity, é um veículo do tamanho aproximado de um carro médio destinado a explorar a superfície de Marte como parte da missão Mars Science Laboratory.
Visão em corte do Curiosity com seus instrumentos.
A missão contendo o rover Curiosity teve início com o lançamento, efetuado em 26 de novembro de 2011 a partir da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, tendo pousado com sucesso em Marte, mais precisamente em Aeolis Palus na cratera Gale em 6 de agosto de 2012.[1] Esse ponto de pouso, batizado como Bradbury Landing[2] estava a apenas 1,5 milhas (2,4 quilômetros) do ponto de pouso originalmente previsto, depois de uma jornada de 350 000 000 milhas (560 000 000 quilômetros).[3]
Fonte: Google Earth
Visão em corte do Curiosity com seus instrumentos.
A missão contendo o rover Curiosity teve início com o lançamento, efetuado em 26 de novembro de 2011 a partir da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, tendo pousado com sucesso em Marte, mais precisamente em Aeolis Palus na cratera Gale em 6 de agosto de 2012.[1] Esse ponto de pouso, batizado como Bradbury Landing[2] estava a apenas 1,5 milhas (2,4 quilômetros) do ponto de pouso originalmente previsto, depois de uma jornada de 350 000 000 milhas (560 000 000 quilômetros).[3]
Fonte: Google Earth
Janela - Fotos Sonda Curiosity - mm9 a mm5
Fotos tiradas pela Sonda Curiosity - 2011
Analise do Blogueiro:
As fotos revelam um passado marciano de efeitos causados por sedimentação líquida.
As várias camadas nas rochas indicam movimentos líquidos depositados ao londo do tempo.
Assim como ocorre na terra, em locais como este poderia ser achado fósseis ao meio das placas.
Mars Pathfinder - m37
Mars Pathfinder foi uma missão espacial norte-americana lançada em meados de 1996 que tinha como objetivo principal enviar um robô para a superfície de Marte a fim de estudar melhor o planeta.
A Pathfinder (nave-mãe e módulo de pouso) usou um método inovador para entrar diretamente na atmosfera de Marte auxiliado por um pára-quedas supersônico, que reduziu sua velocidade de descida, e um conjunto de 24 airbags laterais para amaciar o impacto com o solo.
O pouso foi em 4 de julho de 1997 na planície de Ares Vallis, no hemisfério norte de Marte. O local exato do pouso foi batizado de "Memorial Carl Sagan", em homenagem ao grande cientista e divulgador Carl Sagan (1934 - 1996).
O robô explorador Sojourner passeou pela superfície de Marte recolhendo informações durante mais de um mês terrestre, no total foram obtidas 16.500 fotos a partir do módulo de pouso e 550 imagens do Sojourner.
A missão Mars Pathfinder é a segunda missão do programa de exploração espacial da NASA denominado de Programa Discovery, que é um programa científico o qual estabeleceu metas para o desenvolvimento de missões de baixo custo para a pesquisa espacial. No filme Perdido em Marte de 2015, o personagem vivido por Matt Damon usa a sonda para estabelecer comunicação com a Terra.
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| Rover da Missão Pathfinder |
Sojourner foi o nome atribuído ao veículo (ou Rover), lançado pela NASA. Foi feito para circular em solo marciano, que fez parte da missão Mars Pathfinder em 1997. Este foi o primeiro veículo a transitar em Marte. O principal objectivo deste veículo foi o de determinar, através de aparelhos de medição, a composição de algumas rochas pretendidas pelos cientistas (chamadas por estes de "Barnacle Bill", "Yogi" e "Scooby Doo") e do solo marciano.
O Sojourner tem as dimensões de 65 cm de largura, 48 cm de comprimento e 30 cm de altura. O seu peso ronda os 10,5 kg. O Sojourner enviou para a Terra cerca de 550 fotografias da paisagem marciana. A missão do Sojourner terminou no dia 27 de setembro de 1997, quando a comunicação com a terra foi perdida.
Janela 13 - m19, m20, m21
Fonte: Google Earth
Analise do Blogueiro:
Pessoalmente são algumas de minhas fotos preferidas.
Costumo colocar como papel de parede de meu computador, Notebook e Device.
Mostra o horizonte com tons da atmosfera diferentes.
Janela 12 - Objetos Estranhos m18d e m16d
Fonte: Google Earth
Analise do Blogueiro:
Está é uma das minhas fotos preferidas.
Na cratera da planície Bonneville observasse um objeto estranho que demonstra uma forma metálica.
Não pode ser a nave de desembarque pois o rover já estava uma boa distância do pouso.
Janela 8 - Objetos Estranhos - m9d
Fonte: Google Earth
Analise do Blogueiro:
Ao centro observasse um objeto brilhante, muito diferente das pedras da colina.
O objeto parece refletir a luz solar.
Pode ser algum pedaço de metal de algum satélite de outras missões, peças da nave, ou algum outro tipo de mineral exposto por alguma tempestade de vento.
Não de descarta a possibilidade de ser uma falha da foto, transmitida com um intervalo de 20 minutos no mínimo entre a foto, a transmissão e a recepção na terra.
No mínimo é interessante, e estranho o objeto.
Janela 7 - Fotos - m8
Fonte : Google Earth
Detalhe e uma rocha desgastada pelo vento.
Pequena duna de areia centralizada entre as pedras.
Janela 6 - Fotos - m7
Fonte: Google Earth
A foto mostra o rastro do rover da missão Spirit. Ao centro no alto possivelmente o paraquedas utilizado na descida.
E ao fundo colina Grissomm com uma grande montanha. (superior esquerdo)
Janela 5 - Fotos - m6
Fonte: Google Earth
Fotos tiradas pela Missão Spirit - 2004 a 2010.
Analise do Blogueiro:
No canto superior esquerdo observasse várias valas como poças secas de água.
Escavadas pelo vento, podem revelar possíveis rios e lagos de muitos anos atrás.
Janela 4 - Fotos - m5 e m4
Fonte: Google Earth
Missão Spirit - 2004 a 2010.
Avaliação do Blogueiro:
Detalhe de uma pedra desgastada pelos ventos.
Ao centro da segunda foto existe uma espécie de saliência semelhante a uma poça de água seca.
Mais ao lado superior esquerdo mostra uma pedra no formato quadrado, que difere do ambiente.
Spirit (sonda)
Spirit (MER-A) foi um veículo de exploração espacial não tripulado, cuja missão era estudar o planeta Marte, permanecendo ativo de 2004 a 2010. Foi um dos veículos projetados pela NASA para o Programa Mars Exploration Rovers. Pousou com sucesso em Marte em 3 de janeiro de 2004, três semanas antes do outro veículo, Opportunity (MER-B). Seu nome foi escolhido em uma competição estudantil promovida pela NASA. O robô ficou preso durante o seu trajeto em 2009 e perdeu contato com o Centro de Controle da missão em 22 de março de 2010.
O robô atingiu o tempo planejado para a missão, mas continuou em atividade por mais de vinte vezes o tempo inicial, devido ao excelente condicionamento de seus sistemas. Além disso, o robô percorreu cerca de 7,7 km, ao invés do 1 km que era esperado no início da missão, permitindo uma investigação geológica mais extensa e completa que o previsto.
O Spirit continuou a realizar suas tarefas até 22 de março de 2010, quando a comunicação foi interrompida. O JPL tentou restabelecer a comunicação até 24 de maio de 2011, quando a Nasa anunciou que os esforços para se comunicar com o rover sem resposta tinham terminado. A despedida formal foi planejada na sede da Nasa após o feriado do Memorial Day e foi televisionada pela NASA TV.
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